HOMENAGEM PÓSTUMA

Uma vida que permanece na memória do esporte beltronense – Valdomiro Vicente Didoné –(Dama).

07/06/1945 • 15/09/2026. Essa imagem transmite uma mensagem de triunfo e imortalidade esportiva, mostrando o atleta exatamente como os torcedores e família preferem lembrar dele: feliz, realizado e no topo do mundo.
GRANDES PESSOAS NUNCA MORREM, ELAS APENAS SE TRANSFORMAM EM BOAS LEMBRANÇAS.”
Jogador de futebol talentoso, Dama iniciou sua carreira em Estação — então distrito de Getúlio Vargas (RS) — com apenas 15 anos de idade. Logo se destacou no time local como ponteiro-direito, atuando tanto no futebol amador quanto no profissional por cerca de cinco a seis anos.
Em 1966, recebeu a visita do dirigente do Clube Esportivo União, Osmar Brito, que o convidou para defender a equipe Anilada de Francisco Beltrão. Aceita a proposta feita pelo presidente Brito, ele veio na flor da juventude, aos 21 anos, para disputar partidas amistosas e o Campeonato Amador Regional do Sudoeste do Paraná.
Nos primeiros anos, o União não tinha uma república para acomodar os atletas. Diante disso, veio o gesto acolhedor e amável de Osmar Brito, que o convidou para morar com sua família. De imediato, Dama aceitou o convite e, por ser uma pessoa de excelente índole, conquistou a todos e passou a fazer parte da família de Osmar e Osmarina Brito, com quem manteve uma profunda amizade ao longo de toda a vida.
O futebol beltronense como cenário de uma trajetória que atravessou gerações. Nos primeiros anos, o União não tinha uma república para acomodar os atletas. Diante disso, veio o gesto acolhedor e amável de Brito, que o convidou para morar com sua família. De imediato, Dama aceitou o convite e, por ser uma pessoa de excelente índole, conquistou a todos e passou a fazer parte da família de Osmar e Osmarina Brito, com quem manteve uma profunda amizade ao longo de toda a vida. oi um atleta que veio para Francisco Beltrão, apaixonou-se pela cidade e pelas pessoas e aqui decidiu criar raízes. Constituiu família ao lado da esposa, Maria Gorete Daleff, e juntos tiveram os filhos Rômulo e Patrícia. Como jogador, a principal característica de Dama era a velocidade na ponta direita. Rapidez essa que o fez conquistar rapidamente a titularidade, passando a ser muito admirado tanto pelos companheiros de equipe quanto pela numerosa torcida do Azulão Beltronense.
Além dos jogos com a camisa do União, quando havia folga no calendário, ele atendia com carinho ao pedido dos amigos para jogar em outras equipes da cidade e do interior. Assim, atuou em partidas pelo Industrial (o time da Baixada) e pelo Olaria nas disputas do Campeonato Varzeano Municipal, sagrando-se campeão e erguendo várias taças.
Sua contribuição ao esporte não se limitou aos gramados como atleta: Dama também foi presidente do Francisco Beltrão FC, disputando o futebol profissional do Paraná. É de sua autoria a criação de uma galeria histórica instalada no Estádio Anilado, com fotos, medalhas, troféus e memórias que ele próprio ajudou galhardamente a conquistar.
Fora do futebol, Dama conquistou a confiança de grandes lideranças, entre elas a do então prefeito, Dr. Deni Lineu Schwartz. Passou a atuar como fiscal do Departamento de Obras da Prefeitura e, pouco tempo depois, foi cedido ao Estado para trabalhar como agente fiscal da Agência de Rendas. Dama contava com orgulho que deu uma grande contribuição ao município nesse período, ajudando a elevar significativamente o índice de arrecadação do ICMS.
Dedicado e dinâmico, seguiu atuando no comércio: trabalhou como vendedor nas concessionárias Volkswagen e Chevrolet e, com a experiência adquirida, tornou-se vendedor autônomo de automóveis. Por último, vinha atuando na revenda de alimentos para os supermercados da cidade.
Dama estava se preparando para realizar uma cirurgia cardíaca, agendada para logo após o dia 15 de setembro. No entanto, na madrugada desse mesmo dia, foi acometido por um infarto. Apesar de ter sido prontamente socorrido com todos os recursos médicos disponíveis, não resistiu e veio a falecer.
Eu, Laurentino Risso, que convivi de perto com ele e sua família, senti profundamente a perda desse grande amigo. Na última conversa que tivemos, poucos dias antes de sua partida, ele me disse: “Laurentino, você é o irmão que eu não tive”.
Ficam as saudades imorredouras de uma pessoa extremamente estimada por todos, que deixa um lindo legado no esporte, na sociedade e no convívio familiar.
Com certeza a história e a memória dele serão honradas com todo esse carinho e respeito.
RENOVAÇÃO DA SELEÇÃO BRASILEIRA
A renovação da Seleção Brasileira sob o comando de Carlo Ancelotti começou de forma drástica na primeira convocação pós-Copa do Mundo de 2026. Dos 26 jogadores que disputaram o último Mundial, apenas 9 foram mantidos, o que significa que o treinador italiano barrou 17 atletas de uma só vez.
A estratégia gerou intensos debates sobre os critérios da reformulação e o nível técnico dos primeiros testes do novo ciclo rumo à Copa de 2030.
A imprensa internacional classificou a lista como uma verdadeira “revolução”. O grupo agora tem uma média de idade baixa (24,9 anos) e conta com 8 estreantes absolutos, além de uma presença massiva de 10 atletas que atuam no futebol brasileiro.
Quem saiu: Medalhões e veteranos consagrados como Neymar, Casemiro, Alisson, Ederson e Weverton ficaram totalmente fora.
Quem entrou: Jovens promessas nacionais e internacionais ganharam espaço, como os goleiros Hugo Souza, Pedro Morisco e Otávio, além de garotos como Breno Bidon, Gabriel Bontempo e Arthur Dias. Eles se juntam à base jovem mantida, como Vinicius Jr., Endrick e Estêvão.
Os Próximos Adversários: Testes Fracos?
A escolha dos adversários para a Super Data Fifa (deste mês) de setembro e outubro gerou questionamentos quanto ao real nível de exigência para avaliar esses novos nomes:
Adversário Data Local Cenário Técnico
Austrália 25/09 e 29/09 Townsville e Brisbane. Embora seja uma seleção fisicamente forte e frequente em Copas, tecnicamente está longe da elite do futebol mundial.
Índia 03/10 Calcutá. Jogo histórico (primeiro confronto entre as seleções principais), mas a Índia é uma equipe expressivamente frágil no cenário global.
A escolha de rivais de menor expressão serve para dar minutos de jogo, entrosamento e confiança aos estreantes sem a pressão de um clássico mundial. Contudo, o torcedor e a crítica sabem que o verdadeiro termômetro dessa renovação só será testado quando a Seleção enfrentar gigantes europeus ou rivais tradicionais sul-americanos.
Adversários que serão enfrentados nos amistosos:
Olhando pelo lado estritamente competitivo, esses adversários são considerados fracos e possuem pouquíssimas conquistas ou expressão global no futebol.
O cenário como um laboratório inicial, a fragilidade dos rivais tem duas vertentes muito claras na visão de analistas esportivos:
Retomada de confiança: Após uma eliminação dolorosa na Copa do Mundo, encarar times de menor escalão reduz a pressão imediata sobre os ombros de um elenco jovem.
São 8 estreantes absolutos e 10 jogadores vindos do futebol brasileiro, o treinador precisa de um ambiente controlado para implementar conceitos táticos básicos, criar conexões de passes e avaliar comportamentos defensivos e ofensivos sem o risco de sofrer uma goleada.
Por que a falta de exigência preocupa (O lado do Teste Cego)
Uma vitória fácil ou goleada contra a Índia pode mascarar problemas defensivos graves ou a falta de criatividade no meio-campo.
Falta de intensidade: Jogadores jovens precisam ser testados sob pressão física e mental. Enfrentar equipes que jogam de forma extremamente recuada e com pouca agressividade técnica não simula o nível real que o Brasil encontrará nas fases agudas das grandes competições.
A imprensa brasileira pontua que, trata-se de um recomeço. A comissão técnica encara estes três jogos iniciais puramente como uma “página em branco” para triagem e observação. O verdadeiro termômetro tático só virá nos compromissos seguintes, quando o sarrafo dos adversários inevitavelmente subir.
Vamos a um ponto mais crítico do futebol moderno: estabilidade gera entrosamento. A grande queixa da torcida na última Copa do Mundo de 2026 foi justamente a falta de uma identidade clara e de jogadas coordenadas, fazendo com que o Brasil dependesse apenas de lampejos individuais.
Historicamente, as grandes seleções campeãs mundiais provavam que, o torcedor sabia a escalação inteira na ponta da língua porque a repetição criava automatismos. Os jogadores se encontravam em campo de olhos fechados.
O “Onze estava na Ponta da Língua” das Campeãs
Uma base intocável:
Citando a Argentina (2022/2026): Scaloni manteve uma espinha dorsal claríssima no meio e no ataque. O trio De Paul, Enzo Fernández e Mac Allister dava o suporte para Messi decidir.
Espanha (2010): campeã mundial 2026. A base era o Barcelona. O entrosamento de Xavi, Iniesta e Busquets foi apenas transferido para a camisa da Roja.
Brasil (2002): Felipão definiu os “Três R’s” (Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho) e a linha de três zagueiros. O time jogava por música.
Se Ancelotti ficar mudando o time a cada jogo para “agradar” ou testar todo mundo, o Brasil chegará aos confrontos grandes sem jogadas ensaiadas e sem força coletiva. O setor ofensivo precisa de repetição diária para construir tabelas, infiltrações e ultrapassagens.
Pensando na montagem desse “onze na ponta da língua”, o setor que Ancelotti precisa definir, sem pestanejar, primeiro para dar estabilidade ao time: liderança para comandar dentro de campo.
A dupla de zaga titular para dar segurança.
O meio-campo, para finalmente ditar o ritmo de jogo que faltou no Mundial.
E, o ataque?
Carlo Ancelotti terá o enorme desafio de definir os três setores simultaneamente, pois o Brasil hoje é uma “folha em branco” do goleiro ao centroavante. Para construir aquele time que o torcedor sabe de cor, a espinha dorsal precisa ser fixada rapidamente.
Se Ancelotti conseguir manter uma base nesses três setores durante a excursão pela Oceania e Ásia, o Brasil voltará para casa com um esqueleto de time pronto para os desafios reais.
PRIMEIRO JOGO DA NOVA SELEÇÃO BRASILEIRA, AUSTRÁLIA 1 A 0
“Muito bem, amigos ligados no esporte! Hora de girar o debate sobre a estreia da nova Seleção Brasileira, jogando direto da Austrália sob o comando de Carlo Ancelotti.

Ancelotti no comando da Seleção, 1º jogo na Austrália, Brasil perde por 1 a 0.
A expectativa era gigante, afinal, ver a lista de convocados com caras novas renovou as esperanças da torcida. Ancelotti apostou em novidades no meio e no ataque, chamando jovens em grande fase no futebol europeu e promovendo testes importantes na estrutura tática.
No time titular que iniciou a partida, a aposta foi em mesclar a bagagem da espinha dorsal veterana com a gana da garotada recém-chegada. Já na segunda etapa, quando o treinador colocou os suplentes em campo, o ritmo do jogo mudou totalmente, dando movimentação e sangue novo ao setor ofensivo.

Ação em campo contra a Austrália.
Analisando as atuações individuais:
Quem se saiu melhor: Os destaques da partida ficaram por conta dos novatos do setor ofensivo. Mostraram personalidade, partiram para cima no um contra um, pediram jogo e deram o dinamismo que faltava aos últimos compromissos da Seleção.
Quem deixou a desejar: A armação no meio-campo ainda apresentou lentidão nas transições defensivas, com peças consolidadas atuando bem abaixo do esperado e errando passes bobos na saída de bola.
Sobre o resultado final e a recomposição defensiva, um lance em especial vai dar o que falar nos microfones , nos jornais e na mesa redonda: o gol sofrido pelo Brasil. Em uma cobrança de falta que decretou o placar, o goleiro brasileiro acabou falhando no posicionamento da barreira e pulou atrasado. Uma bola defensável, sim, que não pode passar em nível internacional e que liga o sinal de alerta no setor de defesa!
O trabalho de Carlo Ancelotti está apenas começando, tem margem para evolução, mas o torcedor sai de campo com aquela sensação de que o ajuste precisa ser imediato.
“Muito bem, amigo ligado no rádio! Hora de colocar a lupa na estreia da nova Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti lá na Austrália.
A expectativa para a lista era enorme, e o Ancelotti correspondeu ao chamar caras novas que pediam passagem, como o atacante Igor Jesus e o meia Luiz Henrique, ao lado de nomes consolidados como Vinícius Júnior e Rodrygo.
Em campo, a escalação inicial trouxe uma mistura de peso no ataque, mas com dúvidas na sustentação do meio-campo. No decorrer do jogo, com a entrada de peças como Savinho e Endrick no segundo tempo, o Brasil ganhou velocidade, partiu para cima e pressionou as linhas defensivas australianas.
Passando a régua nas atuações individuais:
Quem se destacou: Vinícius Júnior chamou a responsabilidade e criou as melhores oportunidades, enquanto as entradas de Endrick e Savinho deram outra intensidade ao ataque no segundo tempo.
Quem deixou a desejar: A saída de bola no meio-campo travou em diversos momentos, e a cobrança cai sobre a falta de ritmo e desatenção de peças do setor defensivo.
E o lance que vai alimentar o debate nos botecos e redes sociais é o gol do adversário. O goleiro acabou tomando um gol de falta em um lance em que a bola entrou no seu próprio canto. Uma bola totalmente defensável! se posicionou mal atrás da barreira e demorou a reagir — falha pesada que não dá para aceitar nesse nível de exigência.
Para o próximo compromisso ainda em solo australiano, a cobrança sobre Ancelotti é clara:
Ajuste imediato no gol e na zaga: Corrigir o posicionamento em bolas paradas e testar opções com mais saída de bola.
Entrada dos novatos desde o apito inicial: Dar titularidade a nomes como Endrick para ver como a Seleção se comporta com mais agressividade ofensiva desde os primeiros minutos.
O cartão de visitas do Ancelotti mostrou potencial, mas deixou claro que o trabalho de reconstrução vai exigir ajustes rápidos!
Muito bem amigo leitor do Jornal Folha do Sudoeste, é hora de colocar a lupa na estreia da nova Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti lá na Austrália.
A expectativa para a lista era enorme, e o Ancelotti correspondeu ao chamar caras novas que pediam passagem, como o atacante Igor Jesus e o meia Luiz Henrique, ao lado de nomes consolidados como Vinícius Júnior e Rodrygo.
Em campo, a escalação inicial trouxe uma mistura de peso no ataque, mas com dúvidas na sustentação do meio-campo. No decorrer do jogo, com a entrada de peças como Savinho e Endrick no segundo tempo, o Brasil ganhou velocidade, partiu para cima e pressionou as linhas defensivas australianas.
O que esperar para o segundo jogo?
Para o próximo compromisso ainda em solo australiano, a cobrança sobre Ancelotti é clara:
Ajuste imediato no gol e na zaga: Corrigir o posicionamento em bolas paradas e testar opções com mais saída de bola.
Entrada dos novatos desde o apito inicial: Dar titularidade a nomes como Endrick para ver como a Seleção se comporta com mais agressividade ofensiva desde os primeiros minutos.

