AZURIZ ESTÁ BEM NO CAMPEONATO PARANAENSE
O Azuriz garantiu de forma antecipada sua vaga nas quartas de final do Campeonato Paranaense ao vencer o Athletico-PR por 2 a 1, de virada. A partida foi disputada no Estádio Os Pioneiros, em Pato Branco, e teve gols de João Maranhão e Marquinhos para a Gralha.
A sexta e última rodada do Campeonato Paranaense será disputada no sábado (24) com todos os jogos às 16 horas. O Azuriz encerra a primeira fase em casa, recebendo o São Joseense no Estádio Os Pioneiros, em Pato Branco.
2026
Quem são os contratados do Marreco/ABF
Juliam Nazaré
Os beltronenses Lucas Reginatto e Dudu estão no elenco do Marreco para a temporada. Formados e projetados na ABF, dupla é uma das novidades do time que irá disputar a Série Ouro e Liga Nacional. Mais de um mês após anunciada a fusão entre ABF e Marreco, a nova equipe de Francisco Beltrão entrou em quadra pela primeira vez. Nesta segunda-feira, 19, o elenco fez exames médicos e físicos sob os olhares do técnico Márcio Borges

Técnico Márcio Borges. Foto: Juliam Nazaré – JdB
Aos 52 anos, nascido em São Paulo, mas radicado em Pato Branco, ele vai para a terceira passagem pelo futsal beltronense. Em 2019, dirigiu o extinto Norte Futsal na Série Prata. Três anos depois foi o treinador da equipe sub-17 do Marreco na Copa Mundo, em Maracaju (MS).
Subiu o Pato na Série Prata de 2017, Márcio tem uma antiga relação de proximidade com Luiz Sérgio Lavarda, ex-cartola pato-branquense.
“No final do ano soubemos que o Tchelo não ficaria. Precisávamos de um nome que conhecesse a região, já tivesse trabalhado conosco e pronto pra encabeçar o projeto. Trouxemos um treinador experiente. É um cara muito próximo nosso, conquistamos muitas coisas juntos, que conhece a dinâmica da cidade. O processo não é fácil. São duas histórias vitoriosas. Decidimos por alguém de confiança, e espero que possa conduzir este novo ciclo com maestria”, disse Lavarda.
Na primeira entrevista como técnico verde-preto, Márcio Borges lembrou da convivência com o esporte de Francisco Beltrão que dura mais de quatro décadas. Em 1981, o pai dele, Paulo Borges, chegou ao Sudoeste para atuar no Pato Branco FC. Nessa época, Márcio experimentou a rivalidade entre as cidades. “Vi muitos clássicos contra o União.”
No futsal, são mais de 20 anos dirigindo clubes. Passou por Aaema, Jijoca (CE), Santa Fé (SP) e Toledo. Em 2025, dirigiu o Sorriso (MT) no Campeonato Brasileiro. “Precisamos ter uma vantagem em Beltrão, que é o torcedor dentro do Arrudão. Eu estava acertado há um mês, a partir de quando saiu o treinador (Tchelo), a fusão ocorreu depois, inclusive. Os meus times sempre buscam títulos. Aqui não será diferente. Sabemos que precisamos disso. Vim pra cá competir com as grandes equipes. Orçamento não entra em quadra, e sim trabalho e dedicação.
Mais de um mês após anunciada a fusão entre ABF e Marreco, a nova equipe de Francisco Beltrão entrou em quadra pela primeira vez. Nesta segunda-feira, 19, o elenco fez exames médicos e físicos sob os olhares do técnico Márcio Borges.
União e Pinheiros Beltronense intensificam preparativos em jogo-treino no Anilado
O confronto serviu de termômetro para as ambições do “Azulão” na elite do Paranaense Sub-20 e para o desafio do Pinheiros na prestigiada Taça Sudoeste.
Na noite da última quarta-feira (21/01/26), o gramado do Estádio Anilado foi palco de um duelo equilibrado e de alta intensidade. O jogo-treino entre CE União e Pinheiros Beltronense não foi apenas um teste físico; foi um ensaio estratégico para as importantes competições que batem à porta de ambas as equipes neste início de 2026.
O Planejamento do União: Juventude e Experiência
Focado na disputa do Campeonato Paranaense Sub-20, o Clube Esportivo União entra na reta final de sua preparação. A diretoria e a comissão técnica trabalham minuciosamente para ajustar o elenco que enfrentará os gigantes do estado na Elite da categoria.
A estratégia do “Azulão” para esta temporada é clara: continuidade e renovação. O clube optou por manter a espinha dorsal do elenco de 2025, integrando novos talentos garimpados em competições regionais de base. No comando técnico, a estrutura ganha contornos de peso com a permanência dos preparadores Jardel e Preto, reforçada pela chegada de figuras históricas do clube — os ex-jogadores Wilson, Cácio e Valdo, e o professor Ivair Cenci.
Com início previsto para o dia 21 de fevereiro, o Estadual Sub-20 terá 12 equipes. Para o União, o torneio é vital: um desempenho sólido não apenas mantém o prestígio da base, mas também serve de laboratório para fornecer peças ao time principal, que buscará o acesso na 3ª Divisão estadual ainda este ano.
Pinheiros e o Desafio dos Campeões
Enquanto o União olha para o cenário estadual, o Pinheiros Beltronense volta suas forças para o prestígio regional. A equipe viaja a Santa Izabel D’Oeste neste final de semana para a disputa da Taça Sudoeste, competição que reúne a “nata” do futebol amador regional.
O torneio terá um nível técnico elevadíssimo, agrupando exclusivamente os oito campeões históricos da AESUPAR:
Nova Esperança, Dois Vizinhos, Santa Izabel, Salto do Lontra, Realeza, Capanema, Pinheiros e o pentacampeão Ampére.
Para o Pinheiros, a Taça Sudoeste representa a oportunidade de reafirmar sua tradição contra adversários históricos, em um formato que celebra o passado de glórias da região.

Equipe do Pinheiros Beltronense, comandada por Antoninho Bugansa e seu filho Careca. Bugansa fez questão de convidar imprensa, patrocinadores e torcedores para acompanhar a exibição da equipe verde-preto, em jogo-treino frente ao Sub-20 do CE União.

Fotos: acervo Ivo Sendeski, presidente do União
Coritiba vence Athletiba por 2 a 1 em clássico marcado por confrontos urbanos
O último fim de semana foi de emoções distintas para o futebol paranaense. Em campo, o Coritiba venceu o Athletico por 2 a 1 na Arena da Baixada, abrindo vantagem na semifinal do Campeonato Paranaense. Fora dele, no entanto, o cenário foi de violência. Mesmo com a determinação de torcida única no estádio, as ruas do centro de Curitiba tornaram-se palco de brigas entre torcedores.
O primeiro grande incidente ocorreu por volta das 19h50 na Rua Marechal Deodoro. Cerca de 70 pessoas se envolveram em um confronto armado com paus e pedras. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram que a confusão durou cerca de cinco minutos, paralisando a via. Após o apito final, novos focos de violência foram registrados no bairro Mercês.
Infelizmente, a ausência da torcida visitante no estádio não impediu que grupos organizados buscassem o confronto direto em áreas públicas, manchando o espírito esportivo que deveria envolver o maior clássico da capital.
O Coritiba saiu na frente na semifinal do Paranaense ao bater o Athletico por 2 a 1, mas o clássico de 2026 será lembrado por motivos muito além do placar. A estratégia de torcida única na Arena da Baixada provou-se insuficiente para conter o ímpeto violento de grupos que parecem valorizar mais o confronto do que o futebol.
É inadmissível que, em pleno centro de Curitiba, dezenas de pessoas se enfrentem com pedras e paus, colocando em risco a vida de cidadãos. O que deveria ser a festa do maior clássico do estado tornou-se, mais uma vez, um boletim de ocorrências, mostrando que a “saudade” do Athletiba, para alguns, está tristemente ligada à cultura do conflito.
CORTIBA PERDE A LIDERANÇA DO GRUPO B DO PARANAENSE
Na quarta-feira (21), foi definido mais um classificado para a segunda fase do Campeonato Paranaense 2026. O São Joseense carimbou a vaga nas quartas de final ao vencer o Coritiba por 1×0, no Couto Pereira, em jogo válido pela 5ª rodada da competição.
O gol da vitória do Lobo saiu na segunda etapa, com Lucas Gaúcho. Com o resultado, o São Joseense subiu para a segunda posição do Grupo A, com 10 pontos. Já o Coritiba perdeu a liderança do Grupo B e ocupa a 2ª colocação, com sete pontos, mas com a classificação encaminhada para a próxima fase.
A derrota em casa para o São Joseense amplia um dado que já começa a incomodar o torcedor: o Coritiba ainda não venceu no Couto Pereira neste Campeonato Paranaense. Até aqui, são duas derrotas e um empate no seu mando de jogo, desempenho abaixo do esperado jogando diante da sua torcida.

