CE UNIÃO ESTREIA NO PARANAENSE SUB-20 NESTE SÁBADO
Com início agendado para o próximo sábado (21), o Campeonato Paranaense Sub-20 da Primeira Divisão contará com a participação de 12 equipes, entre elas o CE União. O “Azulão” vem intensificando a preparação sob o comando do técnico Douglas Santos, que participou ativamente do planejamento estratégico do clube, com foco total na formação de atletas.

FOTO: REPRODUÇÃO
Apresentado pelo presidente Ivo Sendeski e pelo diretor de futebol Natalino de Souza, Douglas traz na bagagem passagens por clubes como Matonense e Mirassol (SP), além do Apucarana (PR). Segundo o treinador, o projeto prioriza a disciplina, a organização tática e a evolução individual e coletiva dos jovens talentos.

A base será o pilar fundamental para a temporada do clube, que também disputará a Terceira Divisão Profissional este ano. A expectativa é que o trabalho no Sub-20 sirva de laboratório para promover atletas ao elenco principal, que buscará o acesso à Segunda Divisão de 2027.
O presidente Ivo Sendeski e o diretor Natalino de Souza reforçam que o projeto do Sub-20 é a base para o futuro: além de revelar talentos, a categoria servirá de apoio para o time profissional, que disputará a Terceira Divisão Paranaense com o objetivo de conquistar o acesso.
VAMOS COMENTAR SOBRE TITE NO COMANDO DA SELEÇÃO BRASILEIRA E OS JOGADORES QUE ELE CONVOCAVA, E QUE HOJE NEM APARECEM NAS LISTAS DE CARLO ANCELOTTI.
Quanto aos demais técnicos que comandaram a seleção brasileira antes de Ancelotti, não vale a pena comentar, pois tiveram passagens muito rápidas como técnicos do “Selecionado Canarinho”
Os dois ciclos mudaram muito, sobre nomes de jogadores no “PERÍODO TITE” com relação aos convocados pelo técnico italiano, na “ERA ANCELOTTI”
O Legado de Tite (2016-2022, foram 6 anos de Tite na seleção)
Tite teve um dos maiores aproveitamentos da história da Seleção, mas ficou marcado pelas eliminações em quartas de final (2018 para a Bélgica e 2022 para a Croácia). Ele prezava muito pela confiança e repetição, o que mantinha jogadores no grupo mesmo quando não viviam grande fase nos clubes.
Carlo Ancelotti é, de fato, o comandante da Seleção Brasileira atualmente. Ele assumiu em maio de 2025, após a saída de Dorival Júnior, tornando-se o primeiro estrangeiro a dirigir o Brasil em uma Copa do Mundo.
O Choque de Filosofias: Tite vs. Ancelotti
Enquanto Tite prezava muito pelo equilíbrio tático e pela manutenção de um grupo de confiança por anos (o famoso “merecimento”), Ancelotti chegou com uma visão mais voltada para o futebol de elite europeu, priorizando atletas que atuam em alta intensidade e que ele já conhece bem do mercado internacional.
Os Novos Protagonistas de Ancelotti
Se Philippe Coutinho e outros veteranos perderam espaço, foi porque estes nomes abaixo entregam a intensidade que o técnico exige:
Estêvão (Chelsea): É a grande sensação. Ancelotti o trata como tratou Vinícius Jr. no Real Madrid. Ele se tornou titular absoluto e é o “driblador” que o Brasil precisava para desafogar o jogo.
Matheus Cunha (Man. United): Sob Ancelotti, ele virou o “camisa 9 cerebral”. Ele não é apenas um finalizador, mas o jogador que faz a “cola” entre o meio e o ataque.
João Pedro (Chelsea): Evoluiu absurdamente na Premier League. É um atacante híbrido que Ancelotti adora porque pode jogar centralizado ou caindo pelas pontas com a mesma eficiência.
Igor Thiago (Verê) (Brentford/Radar Europeu): Tem sido chamado de “Haaland brasileiro” pelo vigor físico. É o plano B perfeito para jogos trancados, algo que faltava no ciclo de Tite.
Andrey Santos (Chelsea): Ocupou a vaga que antes era de jogadores como Fred. Ele traz uma dinâmica de “box-to-box” (corre de uma área à outra) que é a marca registrada dos times de Ancelotti
A Escalação Titular (O “Brasil Europeu”)
Ancelotti estabilizou o time no 4-3-3, mas com muita mobilidade.
Goleiro: Alisson (Liverpool). Segue como o dono da posição, com Hugo Souza (Corinthians) agora consolidado como o reserva imediato após sua temporada histórica.
Zagueiros: Éder Militão (Real Madrid) e Gabriel Magalhães (Arsenal). É a zaga “muro”, rápida e técnica. Marquinhos hoje atua como o líder que entra para fechar o jogo ou em caso de suspensão.
Laterais: Vanderson (Mônaco) na direita e Caio Henrique (Mônaco) na esquerda. Ancelotti prioriza laterais que cruzam bem para os atacantes de área.
O Meio-Campo “Motor”: Casemiro (Manchester United) voltou a ser o capitão sob Ancelotti, tendo ao lado Bruno Guimarães (Newcastle) e Lucas Paquetá (agora no Flamengo). Paquetá é o “intocável” tático do treinador, apesar das investigações externas.
O Ataque dos Sonhos:
Ponta Esquerda: Vinícius Júnior (Real Madrid). Ele é o rosto desta Seleção. Com Ancelotti, Vini atingiu o nível de “dono do time”, sendo o principal candidato a melhor da Copa.
Ponta Direita: Estêvão (Chelsea). A maior evolução de 2025/26. Ele desbancou Raphinha na titularidade com um drible que Ancelotti chama de “imparável”.
Centroavante: Rodrygo (Real Madrid) ou Matheus Cunha (Man. United). Ancelotti alterna muito entre os dois. Rodrygo faz o papel de “falso 9” que o técnico tanto usou na Espanha, enquanto Cunha traz mais presença física.
O Grupo está “Blindado”?
Diferente de ciclos anteriores, onde a “Neymardependência” sufocava os jovens, hoje nomes como Vini Jr. e Rodrygo já são campeões de tudo na Europa. Eles respeitam o Neymar como ídolo, mas não precisam mais “dar a bola nele para ele resolver”.
Espanha: A Favorita Número 1
Hoje, a Espanha é a seleção a ser batida. Após vencerem a Euro 2024 de forma avassaladora, eles chegam ao Mundial com força nova.
França: O “Exército” de Mbappé
Mesmo com rumores sobre a sucessão de Didier Deschamps (Zidane é o nome nas sombras para o pós-Copa), a França continua sendo um pesadelo físico.
Mbappé: Agora, é a estrela, maturidade total (27 anos).
Argentina: A “Última Dança” de Messi
A grande notícia de 2026 é que Lionel Messi confirmou que vai para a Copa. Messi agora é o “maestro pausado”. O time corre por ele.
Novas Caras: Eles não dependem só dos veteranos. Julián Álvarez e Enzo Fernández são os pilares, e jovens como Alejandro Garnacho trazem a rebeldia que faltava aos “Hermanos”.
Inglaterra: A Geração de Ouro (De novo)
Sob o comando de Thomas (Turral), a Inglaterra deixou de ser um time “amarelão” para ser uma equipe taticamente impecável.
Destaques: Jude Bellingham e Phil Foden estão no auge técnico. É, talvez, o elenco mais equilibrado entre defesa e ataque.
Resumo do Ranking de Favoritos:
De acordo com as bolsas de apostas e o desempenho recente (janeiro/fevereiro de 2026):
1. Espanha (Pelo conjunto da obra)
2. França (Pela força física e Mbappé)
3. Brasil (Pelo “Efeito Ancelotti” e Vini Jr.)
4. Inglaterra (Pela profundidade do elenco)
5. Argentina (Pelo peso da camisa e Messi)
O Brasil de Ancelotti é visto como o “time mais perigoso”, mas a Espanha ainda é considerada a mais eficiente, com a bola nos pés.
Estamos a menos de quatro meses da Copa do Mundo, vamos ver se o Brasil sai do papel e entra em campo pra valer.

