Confira a numeração dos jogadores do Marreco para 2026
Jogadores do Marreco iniciaram a pré-temporada na segunda-feira, 19 de janeiro.
O ABF Marreco Futsal já definiu a numeração dos atletas para as competições de 2026. A lista foi divulgada pelo Verde-preto nesta quarta-feira, 21, dois dias após o início da pré-temporada. Dos 17 contratados até o momento, alguns mantêm a tradição de utilizar o mesmo número ao longo da carreira.
É o caso do goleiro Velloso, que segue com a camisa 25. O ala-direito João Cardim, o “Pulguinha”, continuará vestindo a 99, mesma numeração utilizada nos anos anteriores na ABF. Já Lucas Reginatto, que na equipe da Cidade Norte tinha a 10, agora jogará com a 11. Outro beltronense, Dudu França manteve a 7.
Sobre os uniformes de jogo, a assessoria de imprensa do clube informou que os modelos ainda não estão definidos e que a previsão de lançamento é para a primeira semana de fevereiro.
Numeração do Marreco para 2026
1 – Lucas Dagnese (goleiro)
3 – Léo Parisotto (goleiro)
25 – Velloso (goleiro)
5 – Léo Fernandes (ala-esquerdo)
7 – Dudu França (fixo)
10 – Juninho (ala-esquerdo)
11 – Lucas Reginatto (ala-esquerdo)
17 – Léo Negrini (ala-direito)
20 – Gustavinho (ala-esquerdo)
22 – Lucas Freitas (ala-direito)
23 – Amadeu (fixo)
28 – Kevin (fixo)
31 – Vitão (pivô)
33 – Ronald (pivô)
77 – Vicente (ala-direito)
89 – Vitinho (pivô)
99 – Pulguinha (ala-direito)
CBF FAZ PROGRAMA PARA PROFISSIONALISAR OS ÁRBITROS BRASILEIROS
Essa é uma movimentação que o futebol brasileiro aguarda há décadas. A profissionalização da arbitragem é vista por muitos especialistas como o “elo perdido” para diminuir as polêmicas, como os casos de manipulação de cartões envolvendo jogadores como Lucas Paquetá, Bruno Henrique e Alef Manga.
A ideia central é transformar o árbitro em um funcionário de dedicação exclusiva, eliminando a necessidade de eles terem outras profissões para sobreviver.
O que muda com a profissionalização?
Atualmente, a maioria dos árbitros no Brasil é “amadora” no papel: eles recebem por jogo (taxas) e possuem outros empregos (vendedores, policiais, professores). O novo programa da CBF foca em três pilares:
Dedicação Exclusiva: O árbitro passa a ter contrato de trabalho, salário fixo e benefícios, permitindo que foque 100% no treinamento e estudo das regras.
Com mais tempo disponível, a CBF pode implementar rotinas de treinos físicos e técnicos diários, similares às de um clube de futebol.
Profissionalizar a categoria ajuda a criar mecanismos de controle mais rígidos contra esquemas de apostas, já que o profissional passa a ter muito mais a perder (carreira estável) e fica sob vigilância constante da corregedoria.
Problema Atual Solução com Profissionalização
Inconsistência técnica – Padronização de critérios através de treinos semanais.
Pressão externa – Maior suporte psicológico e estabilidade financeira.
Erros de interpretação – Uso mais eficiente da tecnologia (VAR) por especialistas dedicados.
O desafio financeiro
O grande entrave sempre foi o custo. Manter um quadro de centenas de árbitros com salários, encargos trabalhistas e previdência exige um investimento massivo que a CBF e os clubes precisam acordar quem irá pagar.
A profissionalização não elimina o erro humano, mas retira o amadorismo de uma estrutura que movimenta bilhões de reais.
O novo programa da CBF, batizado de Árbitros PRO, foi anunciado oficialmente em janeiro de 2026, portanto, há poucos dias, e traz mudanças que o futebol brasileiro pedia há muito tempo. O objetivo é criar uma estrutura de “elite” para reduzir erros e, principalmente, blindar o esporte contra os esquemas de manipulação que citamos anteriormente.
Aqui estão os detalhes de como o programa vai funcionar na prática:
1. O “Elenco” da Arbitragem
A CBF selecionou um grupo inicial de 72 profissionais para o regime de dedicação prioritária:
20 árbitros centrais (incluindo nomes conhecidos como Anderson Daronco, Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus).
40 assistentes (bandeirinhas).
12 especialistas em VAR (dedicação exclusiva ao vídeo).
2. Remuneração e Contrato
Pela primeira vez, os árbitros terão um salário mensal fixo, além das taxas que já recebem por jogo apitado.
Estima-se que os salários possam chegar a R$ 30 mil para os árbitros do quadro FIFA, somando fixo e bônus.
Haverá premiação financeira baseada no acerto técnico. Se o árbitro mantiver uma média alta de acertos, ele ganha mais.
3. Sistema de “Rebaixamento” para Árbitros
Para manter o nível alto, o programa criou um ranking de desempenho.
Ao final de cada temporada, os dois árbitros com as piores notas serão “rebaixados” do programa PRO e perderão o salário fixo, voltando para o quadro comum.
Em contrapartida, os destaques das divisões inferiores (Série B) serão promovidos ao grupo de elite.
4. Tecnologia e Transparência (Combate às Manipulações)
Para evitar casos como os de cartões provocados, a CBF está investindo R$ 195 milhões para o biênio 2026/2027 em:
Microcâmeras acopladas ao corpo ou cabeça do árbitro. Isso registra tudo o que é dito entre jogadores e juízes, ajudando a identificar posturas suspeitas ou coações.
VAR Semiautomático: Para acelerar as decisões de impedimento e reduzir a margem de erro humano.
Anúncio no Estádio: As decisões revisadas pelo VAR serão explicadas pelo árbitro no sistema de som do estádio em tempo real.
A profissionalização cria uma “Trilha de Integridade”. Com salários altos e uma carreira estável em jogo, o árbitro torna-se um fiscal muito mais rigoroso. Além disso, o monitoramento constante dificulta que jogadores forcem situações de cartão sem que isso seja notado e registrado em áudio e vídeo de alta proximidade.
A CBF divulgou dia (27 de janeiro de 2026) a lista oficial dos 72 profissionais que farão parte do primeiro ano deste programa histórico. Desses, 20 são árbitros centrais que atuarão prioritariamente na Série A.
A lista mistura nomes de peso do quadro FIFA com árbitros que tiveram excelente desempenho técnico nas últimas temporadas.
Lista dos 20 Árbitros Centrais (Programa Árbitros PRO 2026)
Árbitro Federação (Estado) Selo
Anderson Daronco RS FIFA
Raphael Claus SP FIFA
Wilton Pereira Sampaio GO FIFA
Ramon Abatti Abel SC FIFA
Edina Alves Batista SP FIFA
Braulio da Silva Machado SC FIFA
Bruno Arleu RJ FIFA
Flávio Rodrigues de Souza SP FIFA
Paulo Cesar Zanovelli MG FIFA
Rafael Rodrigo Klein RS FIFA
Rodrigo Pereira de Lima PE FIFA
Matheus Candançan SP FIFA
Alex Gomes Stefano RJ CBF
Davi Lacerda ES CBF
Felipe Lima MG CBF
Jonathan Pinheiro RS CBF
Lucas Casagrande PR CBF
Lucas Torezin PR CBF
Savio Pereira Sampaio DF CBF
Wagner Nascimento Magalhães RJ CBF
Observações Importantes:
A “Elite do VAR”: Além desses 20 de campo, foram contratados 12 especialistas exclusivos para o VAR (como Daiane Muniz, Daniel Bins e Wagner Reway). A ideia é que eles não precisem mais viajar, ficando baseados no centro tecnológico da CBF para garantir foco total na análise de imagens.
Ameaça de Rebaixamento: Como já mencionado, os dois árbitros centrais que tiverem as piores notas ao longo de 2026 perderão o contrato profissional em 2027, dando lugar aos destaques da Série B.
Com a implementação desse grupo, a CBF quer criar uma “bolha” de proteção. Esses 20 nomes serão os mais monitorados da história, justamente para evitar que influências externas (como as que afetaram Bruno Henrique ou Alef Manga) cheguem perto do apito.
Essas ações da CBF são na verdade um passo gigante para tentar limpar a imagem do futebol brasileiro e trazer mais seriedade para as partidas, especialmente depois de tanta turbulência com as investigações de manipulação.
Ficamos na torcida para que essa mudança traga a transparência que os torcedores esperam.

