MARRECO ABF EMPATA COM GALO DOIS VIZINHOS
Na abertura da Série Ouro do Campeonato Paranaense, o Marreco ABF Futsal empatou em 2 a 2 com o Galo Futsal, em uma partida intensa e muito disputada. Com poder de reação, a equipe buscou o resultado até os minutos finais. Os dois gols do Marreco ABF foram marcados por Vitão. A caminhada está só começando.
O Galo Dois Vizinhos esteve sempre na frente no placar – 1 x 0 / 2 x1 e, nos últimos segundos, a equipe beltronense chegou ao gol de empate. Final – 2 x 2.
O próximo compromisso da equipe Marreco ABF, será contra o Ampére neste fim de semana, na casa do adversário. O time amperense estreou em Cascavel, perdeu para a Serpente Tricolor por 4 x 3. Mas o Ampére foi adversário à altura do Cascavel até os últimos minutos da partida. Então, o Marreco ABF terá um jogo difícil pela frente.
”Se você vir que as barbas do vizinho pegaram fogo, bota as suas de molho”.
CARLO ANCELOTTI E A SELEÇÃO BRASILEIRA
A situação da Seleção Brasileira para este Mundial de 2026 está em um momento de definições cruciais sob o comando de Carlo Ancelotti. Esta é, de fato, a primeira vez que o técnico italiano comanda uma seleção nacional em uma Copa do Mundo — um desafio inédito para quem já venceu tudo por clubes.
Aqui estão os detalhes sobre a convocação e os nomes que surgem como possíveis soluções:
A Questão Neymar
A presença de Neymar é a maior incógnita deste ciclo. Na última convocação (março de 2026), Ancelotti optou por deixar Neymar de fora.
Motivo: O treinador tem sido enfático ao dizer que o camisa 10 só será convocado se estiver 100% fisicamente. No momento, Neymar tem oscilado em sua performance e ritmo de jogo.
Ele não foi descartado. Ancelotti afirmou que o monitoramento continua até o fechamento da lista definitiva (em 19 de maio). O craque corre contra o tempo para provar que tem condições físicas de aguentar a intensidade do Campeonato Mundial.
Ancelotti aproveitou os últimos testes para oxigenar o elenco com nomes que estão em grande fase na Europa e no Brasil:
Igor Thiago (Brentford): O centroavante é uma das grandes sensações na Premier League e surge como a solução para a “camisa 9”, trazendo força física e faro de gol.
Gabriel Sara (Galatasaray): Convocado para dar criatividade e intensidade ao meio-campo, setor que Ancelotti ainda busca equilibrar.
Rayan (Bournemouth) e Endrick (Lyon): Representam a juventude e a velocidade. Endrick, que já trabalhou com Ancelotti no Real Madrid, busca retomar o protagonismo agora atuando na França.
Léo Pereira (Flamengo): Uma surpresa defensiva para o setor de zaga, premiando sua regularidade no futebol brasileiro.
Danilo (Botafogo): O volante tem sido um dos destaques do Brasileirão e ganhou a confiança do treinador pela versatilidade.
Os Nomes de Confiança (A Base)
Para o Brasil ter um bom desempenho, Ancelotti aposta em uma “espinha dorsal” experiente:
Goleiros: Alisson e Ederson seguem como pilares, goleiro do Corinthans não está descartado.
Defesa: Marquinhos e Gabriel Magalhães são os nomes de segurança.
Liderança: Casemiro continua sendo o “homem de confiança” do técnico no meio-campo.
Protagonismo: Vinícius Júnior é hoje o jogador em quem recai a maior expectativa de ser o diferencial técnico da equipe nos Estados Unidos, México e Canadá.
O Brasil enfrentará França (26/03) e Croácia (31/03) nos últimos grandes testes. A lista final com os 26 nomes será divulgada em 19 de maio. A estreia na Copa será no dia 13 de junho, contra o Marrocos.
Para entender como Igor Thiago e Gabriel Sara se encaixam no “estilo Ancelotti”, precisamos olhar para a forma como o técnico italiano costuma montar seus times: ele não prende os jogadores a posições rígidas, mas sim a funções que exploram suas melhores qualidades.
Aqui está o que cada um traz de novo para a Seleção em 2026:
1. Igor Thiago (O “Pivô” Moderno)
Desde a saída de Richarlison do protagonismo, o Brasil busca um “9” que combine força física com mobilidade.
Função Tática: No Brentford, Igor se destacou por ser um atacante que sustenta a marcação de costas para o gol (o pivô), mas que tem velocidade para atacar o espaço.
O Encaixe: Ancelotti gosta de atacantes que abram caminho para os pontas. Igor Thiago pode ser o “paredão” para Vinícius Júnior e Raphinha tabelarem. Ele oferece uma opção de bola aérea que o Brasil teve dificuldade em explorar nos últimos anos.
Diferencial: Diferente de um centroavante estático, ele recompõe a marcação, algo que Ancelotti exige de todos os seus jogadores de frente.
2. Gabriel Sara (O Motor do Meio-Campo)
A convocação de Sara (atualmente no Galatasaray) resolve um problema crônico de transição entre a defesa e o ataque.
Função Tática: Ele é o legítimo que corre de área a área. Tem uma resistência física altíssima e, o mais importante, uma finalização de média distância muito precisa.
O Encaixe: Ancelotti costuma usar um losango ou um 4-3-3 onde os “internos” (meias que jogam pelos lados do centro) precisam ser dinâmicos. Sara pode atuar ao lado de Douglas Luiz ou Bruno Guimarães, dando mais liberdade para o meia armador.
Diferencial: A polivalência. Ele pode fechar o lado esquerdo se o time precisar defender em duas linhas de quatro, protegendo a subida do lateral.
Por que eles podem ser a “Solução”?
O grande trunfo dessas duas novidades é a intensidade europeia. Ancelotti percebeu que o talento individual do Brasil às vezes parava na organização física de seleções como França ou Inglaterra.
Igor Thiago traz a briga física que faltava contra zagueiros europeus pesados.
Gabriel Sara traz o fôlego para manter a pressão alta durante os 90 minutos.
Esses nomes sinalizam que Ancelotti está montando um Brasil menos dependente de lampejos individuais e mais equilibrado fisicamente para o Mundial.
Para entender o impacto das chegadas de Igor Thiago e Gabriel Sara, é preciso focar pra quem perdeu o lugar, ou foi preterido nesta última convocação de março, que é o grande laboratório de Carlo Ancelotti antes da lista final para o Mundial.
No ataque, Igor Thiago vs. Richarlison e Vitor Roque. A entrada de Igor Thiago, vice-artilheiro da Premier League pelo Brentford marca uma mudança de perfil no comando do ataque. Richarlison, que foi o dono da 9 no último ciclo , vem sofrendo com a falta de regularidade, enquanto Vitor Roque ainda busca total.
Ancelotti trocou a fama desses nomes pela fase iluminada de Igor Thiago. Enquanto Richarlison é um jogador de mais movimentação e entrega tática, Igor Thiago oferece uma presença de área muito mais física e letal no jogo aéreo, algo que o treinador considera essencial para enfrentaras defesas fechadas que o Brasil vai encontrar no Mundial.
No meio-campo Gabriel Sara vs. Douglas Luiz e Bruno Guimarães (contexto de lesão). A chegada de Gabriel Sara é estratégica e aproveita brechas deixadas por nomes consolidados.
Quem está fora, Bruno Guimarães (Newcastle) ficou fora desta lista por uma questão clínica (lesão na coxa). E Douglas Luiz também não foi chamado desta vez. Além deles, nomes que Ancelotti já testou, como Joelinton e Gerson, não aparecem na relação de março.
Enfim, são muitas comparações, argumentos fortes de Ancelotti. Vamos aguardar, para vermos se o técnico italiano vai conseguir pôr em prática tudo o que vem planejando, especialmente sobre os novos nomes que vêm sendo chamados por ele, para servir a Seleção Brasileira na Copa do México, Canadá e Estados Unidos.

