DIZ UM VELHO DITADO QUE PULGA DÁ MAIS EM CACHORRO MAGRO!
Antônio Ragadali, de Capitão Leônidas Marques (Criador de conteúdos)
O ditado popular de que pulga dá em cachorro magro significa a acentuada arrogância dos que abusam do pequeno poder que têm. Portanto, nada tem a ver com as pessoas esguias.
Assim, muitos não merecem que lhes seja delegado alguma atribuição, pelo uso abusivo que dela farão. É o caso dos órgãos encarregados das normas de trânsito, que vêm abusando deste poder.
Por isso, nossas rodovias estão cada vez mais se tornando verdadeiros instrumentos da famigerada indústria da multa, na medida em que estes órgãos implantam restrições desnecessárias.
Mais que desnecessárias, eu diria que são extremamente abusivas, por serem excessivamente limitantes e inócuas nos seus supostos propósitos. Elas embaraçam a locomoção e não previnem acidentes.
Já fiz uma postagem sobre isso, mencionando as exageradas restrições de velocidade em lugares desnecessários. Mas, talvez, pelo tamanho dos meus textos, pouco engajamento tenho tido.
Agora, coincidentemente, depois de ter reclamado sobre as inúmeras variações de velocidade, que em pequenos trajetos, como daqui a Cascavel, vão de 40 a 110 km/h, já com tantos radares, instalaram mais um.
É nisso que deu o novo CTB, implantado em 1998, ter outorgado essa responsabilidade legislativa a estes órgãos, sendo que, até as concessionárias de pedágio agora podem fazer isso.
Seria até bom que alguma empresa de transporte, interessada no assunto, mobilizasse sua assessoria jurídica para levantar alguma possível inconstitucionalidade nestas medidas.
Não gosto muito do que farei a seguir, mas se alguém concordar com esse meu ponto de vista, peço que compartilhe para que esta reclamação chegue a alguma autoridade, que se interesse nessa causa.

