PLACAR DE ZERO A ZERO: MARRECO ABF E UMUARAMA EMPATAM NO ARRUDÃO

Técnico do Marreco
O treinador Dionantan Marcelo foi efetivado no cargo, no início deste mês de julho, após a dispensa do técnico anterior Márcio Borges. A nova diretoria do Marreco ABF, sob a presidência do empresário Tarsísio Boneti está implementando novas medidas executivas para tornar a equipe mais competitiva, inclusive com novas contratações de jogadores em busca de uma melhor classificação, especialmente nas disputas da Liga Nacional Futsal. Enquanto na Série Ouro do Paranaense a posição de 2º lugar do Marreco ABF já demonstra mais competência e merecimento.
PLACAR DE ZERO A ZERO: MARRECO ABF E UMUARAMA EMPATAM NO ARRUDÃO
Na noite de sábado (11/07), o Ginásio Arrudão foi palco de um confronto intenso pela 12ª rodada da Liga Nacional de Futsal. Apesar da dedicação e da vontade de vencer de ambas as equipes, nenhuma conseguiu balançar as redes. O público que compareceu para incentivar o time beltronense e conhecer os novos contratados não pôde comemorar os 3 pontos, já que a partida entre Marreco ABF e Umuarama terminou em 0 a 0.
O goleiro Rafa Freitas (ex-Marreco) foi o grande destaque do time visitante, enquanto Velloso também garantiu o placar zerado com defesas difíceis a favor dos donos da casa. Diante da grande atuação dos arqueiros, o marcador não saiu do lugar.
Com o empate e a soma de um ponto, o time comandado pelo técnico Dionatan Marcelo subiu da 15ª para a 14ª posição, somando 8 pontos e deixando momentaneamente a zona de rebaixamento. A situação, porém, ainda exige atenção, pois o esquadrão beltronense segue muito próximo dos últimos colocados: São José (8 pontos) e Santo André (7 pontos).
O próximo desafio será nesta sexta-feira (17/07) em Belo Horizonte, contra o Minas Futsal, atual 13º colocado, em uma sequência de compromissos que promete ser difícil. A luta do Marreco ABF é intensa para se manter na elite do salonismo brasileiro (“Categoria Gold”) e evitar a repescagem contra um adversário da “Silver” — categoria criada para reduzir para 16 o número de equipes no grupo principal a partir da temporada 2026.
FEDERAÇÃO PARANAENSE DE FUTEBOL ANUNCIA COPA PARANÁ, QUE DARÁ DIREITO AOS CLASSIFICADOS ÀS DISPUTAS DA COPA DO BRASIL E COPA SUL-SUDOESTE, EQUIPES QUE VÃO PARTICIPAR PARA TER MAIOR CALENDÁRIO DE JOGOS NO DECORRER DO ANO.
A Federação Paranaense de Futebol (FPF) definiu os detalhes da Copa Paraná 2026 (antiga Taça FPF). O torneio foi planejado exatamente para movimentar o calendário das equipes que ficam sem calendário nacional no segundo semestre.
A competição vai de 29 de agosto a 28 de novembro de 2026.
Clubes Participantes
Nove equipes confirmaram participação na disputa:
Athletico-PR
Azuriz (Pato Branco)
Cascavel
Cianorte
Foz do Iguaçu
Londrina
Paraná Clube
Paranavaí
São Joseense
(Nota: O Coritiba optou por ficar de fora desta edição).
O que está em jogo?
O grande atrativo é a premiação esportiva para 2027. O campeão tem o direito de escolher entre:
Uma vaga na Copa do Brasil de 2027
Uma vaga na Copa Sul-Sudeste de 2027
O vice-campeão herda a vaga restante. Caso o campeão ou o vice já tenham vaga carimbada via Campeonato Paranaense (como Athletico ou Londrina), a vaga é repassada consecutivamente aos times de melhor campanha.
Formato de Disputa
Primeira Fase: Turno único, onde as 9 equipes se enfrentam. Os 2 melhores avançam direto para as semifinais.
Playoffs: Os times do 3º ao 6º lugar jogam um mata-mata em partida única (3º x 6º e 4º x 5º) na casa do time de melhor campanha. Os dois vencedores vão para a semifinal.
Fase Final: Semifinais e final serão disputadas em jogos de ida e volta.
A Taça FPF foi retomada em 2025, servindo justamente como esse balão de oxigênio para o calendário do segundo semestre.
Na edição de 2025, dez equipes participaram da disputa, e os dois finalistas que garantiram ótimos calendários extras e vagas em competições importantes foram:
Cianorte (Campeão): Garantiu a vaga na Copa do Brasil de 2026 e carimbou sua participação na nova Copa Sul-Sudeste de 2026, estendendo suas atividades em alto nível.
Azuriz (Vice-campeão): Também fez uma excelente campanha e herdou a outra vaga destinada ao estado para disputar competições no cenário regional/nacional.
Além deles, clubes tradicionais do estado como o Coritiba (que chegou às semifinais) e o Athletico-PR usaram o torneio em 2025 para movimentar seus elencos de aspirantes e dar ritmo de jogo aos atletas mais jovens no segundo semestre.
Será que um dia, ou daqui alguns meses, ou ainda daqui alguns anos teremos o União de Beltrão disputando a Copa Paraná? É um questionamento que faço.
Agora, que o Anilado Beltronense tem na sua presidência o desportista Waldir de Souza, ele que por duas décadas foi vice-presidente da FPF, poderia haver um encaminhamento para que o time beltronense também pudesse figurar entre outras equipes paranaenses, primeiramente para as disputas estaduais, mesmo que não esteja na 1ª. divisão do estado. E, no caso de uma classificação, teríamos, então, jogos com os melhores times do Paraná, no Estádio Anilado.
E, numa outra hipótese, se classificado, poderíamos então ter jogos com times da Copa do Brasil ou da Copa Sul-Sudeste.
São possibilidades que a FPF está abrindo para equipes do interior, e por isso, lançou a Copa Paraná, com o propósito de dar oportunidade e valorizar os times mais modestos, mas que por um esforço maior da comunidade beltronense, poderia, então, O CE UNIÃO ascender a outras categorias do futebol do estado e do Brasil.
Se essa hipótese de vermos o União disputando a Copa Paraná, enfrentando os melhores times do estado, aconteceria também “o clássico das penas” entre União e Azuriz Pato. Azuriz que já faz parte dessa categoria mais elevada, evidentemente, seria um componente para motivar os torcedores tanto de Pato Branco, quanto de Francisco Beltrão.
A possibilidade de o Clube Esportivo União (CEU) disputar a Copa Paraná e buscar vagas em competições nacionais é um caminho real e bem estruturado no cenário atual do futebol do estado. A Federação Paranaense de Futebol (FPF) desenhou a Copa Paraná justamente para movimentar o calendário dos times do interior e dar acesso democrático à Copa do Brasil e à Série D do Campeonato Brasileiro.
A presença de Waldir de Souza na presidência do Anilado é um trunfo político importante. A sua experiência de 20 anos como vice-presidente da FPF traz peso institucional, trânsito livre nos bastidores da federação e conhecimento profundo dos regulamentos e das exigências financeiras e estruturais para viabilizar a participação do clube.
Para que esse cenário se concretize nos próximos meses ou anos, o planejamento do União envolve alguns pontos-chave:
Acesso pelo Ranking ou Divisões de Acesso: A FPF costuma abrir vagas na Copa Paraná para times que disputam a Segunda (ou até a Terceira) Divisão do Estadual, desde que cumpram os critérios de licenciamento. O União não precisa necessariamente estar na elite do Paranaense para jogar a Copa Paraná.
Apoio da Comunidade e Patrocínios: A Copa Paraná exige investimento com viagens, salários e manutenção do Estádio Anilado. O engajamento do comércio local e da torcida de Francisco Beltrão é fundamental para dar sustentação financeira ao projeto. Será que o presidente Waldir de Souza está pensando seriamente nesse assunto denominado Copa Paraná?
O Retorno do “Clássico das Penas”: O confronto contra o Azuriz é o maior atrativo de bilheteria e marketing para a região. Como o Azuriz está estruturado e figurando em divisões superiores, a Copa Paraná seria o cenário perfeito para reatar essa rivalidade regional, gerando receita e engajamento para ambos os lados.
Se o União estruturar o departamento de futebol aproveitando a abertura da FPF e a influência de sua nova diretoria, a presença no torneio e o sonho de trazer grandes clubes do cenário nacional ou do Sul-Sudeste para o Estádio Anilado deixam de ser apenas desejo e viram metas palpáveis a médio prazo.

