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Produtores de vídeo explicam a empresários como vender mais com criações audiovisuais

Da assessoria/Acefb – Na terça-feira, 5, os produtores de vídeo Bruno Fiori, da Fiori Filmes, e Francisco do Couto, da Canela Filmes, explanaram sobre a produção de vídeo para vender mais. O encontro foi durante o Café Acefb da Associação Empresarial de Francisco Beltrão. Eles apresentaram cases de trabalho e vídeos que qualquer pessoa pode fazer, sem a necessidade de um profissional. De acordo com Bruno, o vídeo marketing é a linha de raciocínio do futuro para as empresas que pretendem perpetuar suas vendas e alavancar negócios, serviços e marcas. “Ele [vídeo] cria uma identidade com seu público. O vídeo marketing é uma ferramenta para promover uma marca, produto ou serviço. Exemplo é a Coca-Cola, inclusive eles têm uma rádio FM. Tudo se encaixa em vídeo marketing, desde que bem estruturado”.

Dentro da temática, Bruno frisa que o marketing digital é uma estrutura em que o empresário pode mensurar os resultados nas redes sociais. “A gente vê que o comerciante peca no marketing tradicional porque paga caro por um conteúdo e não investe numa agência de publicidade ou em alguém que entenda desse assunto”, completa.

Para Bruno, o marketing tradicional – rádio, TV, jornal – é um marketing de interrupção, ou seja, o empresário precisa chamar a atenção do cliente. Já o marketing digital o cliente clica para ver você o produto ou serviço. Os dois produtores de vídeo explicaram a diferença entre vídeo institucional e promocional. “O institucional conta a história da empresa, mostra os serviços que ela oferece de forma mais abrangente. É muito usado quando o empresário leva alguém para conhecer a empresa. Já os vídeos promocionais servem para mostrar os produtos para um cliente, é direcionado, objetivo, quem eu quero atingir com esse vídeo”, ressalta Bruno.

Francisco sugere às pessoas abrirem o Facebook, rolar a timeline e contar quantos são vídeos e quantas são as postagens de texto. Segundo ele, um estudo revela que 1 minuto de vídeo equivale a 1,8 milhões de palavras escritas. “Outro estudo informa que em 2019 90% do tráfego de informações na internet será voltado para pessoas assistindo vídeos no Netflix, Whatsapp, Youtube, vai ser voltado para esse tipo de consumo”, destaca Francisco.