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SUGESTÃO AO UNIÃO

Vilson Rocha e esposa Maria de Lourdes.

Boa tarde! Quem lembra das alegrias que o União proporcionou no Sudoeste, não vai aceitar essa decisão tomada! Sugestão: Que tal o Azuriz Sub-15 para revelar craques que podem ser usados em 2024, tentar um acordo, com a comissão do Azuriz? Abraço!

Vilson Rocha, Marmeleiro-PR

Vilson Rocha e Wilson Henrique, nomes que enriqueceram o futebol de Marmeleiro, Francisco Beltrão e Sudoeste do Paraná.

Vilson Rocha, nos anos 60/70 foi jogador da Soc. Esp. Marmeleiro. Também atuou nas equipes de Francisco Beltrão, entre elas o próprio União e o Real. Foi meia-esquerda atacante, que marcou época, com muitos gols assinalados e títulos conquistados.

N.R. – A sugestão apresentada, com entusiasmo, já foi encaminhada à diretoria do União.

MARRECO RENOVADO PARA 2023

Visando as disputas da Série Ouro do Campeonato Paranaense e a Liga Nacional Futsal, o Marreco já tem formado o seu novo elenco para as disputas de 2023. Ambas as competições terão início na segunda quinzena do mês de março. Pelos nomes divulgados, o técnico Banana terá à disposição 20 atletas, alguns do sub-20, mas a maioria vem de fora. Na equipe das últimas temporadas, muitos deixaram a desejar, porém, entre os novos contratados, espera-se qualidade como tinham o goleador Cappa e o segundo nome forte – Amadeu, que não mais pertencem à equipe.

CONFERINDO:

Goleiros: Rafael Freitas, Zé Vinicius e Renan Secco

Fixos: Otanha, Fernando, Nefi e André

Alas: Kaiki, Everton, Luiz Henrique, Tony, Ricardinho, João Lucas, Ceará, Gabriel Ligeiro, Darrieer, Athirson

Pivôs: Meleca, Lucas BH e Thiago

FOZ DO IGUAÇU E RIO BRANCO DE PARANAGUÁ REBAIXADOS

Com uma rodada de antecedência, Rio Branco e Foz do Iguaçu foram rebaixados à Segunda Divisão do Campeonato Paranaense. Os times disputarão a Divisão de Acesso em 2024.

O Foz do Iguaçu foi o primeiro rebaixado depois de perder para o Operário por 2 a 0, na noite de quarta-feira (15). O time da fronteira só venceu uma e perdeu outros nove jogos. A equipe tinha acabado de subir à elite, mas não conseguiu a manutenção.

O presidente do clube Arif Ahmad Osman se manifestou nas redes sociais e disse que o clube vai encerrar as atividades profissionais.

“Estamos fora da primeira divisão infelizmente. São várias as causas, mas, a principal delas, a minha incompetência de descobrir em tempo o que ocorria de errado. Peço desculpas aos torcedores, amigos, e empresários que nos patrocinam, e todos àqueles que sempre estiveram do meu lado me apoiando”. O ciclo do Arif Ahmad Osman, presidente do clube de futebol profissional de nossa cidade, na equipe de futebol profissional, encerra nesse campeonato”, declarou o presidente do Foz do Iguaçu.

O foco do clube agora será somente para as categorias de base e no futebol feminino. Arif anunciou a implantação de uma escola de futebol para atender atletas de 13 a 18 anos e a participação do Foz nos campeonatos paranaenses Sub-20, Sub-17 e Sub-15. A equipe também disputará o Brasileirinho Sub-16 em Minas Gerais e o Campeonato Paranaense Feminino (Adulto).

“Não me venham reclamar em 2024 que estaremos fora do profissional. Vou deixar registrado a data de hoje, 16 de fevereiro de 2023, como o meu aviso a todos os torcedores, empresários, prefeito, secretários, vereadores, imprensa em geral, para que, se quiserem, se preocupem com o destino do futebol profissional já agora. Deixar para reclamar ano que vem, que a cidade de Foz não terá futebol profissional, não vai me incomodar. Até lá, o dinheiro do Pepê e de outros 10 jogadores que vendi, estarão na conta do clube, e se não tiver um grupo honesto que queira tocar o profissional, usaremos 100 % para estruturar a base”, declarou.

Obs.: O Foz do Iguaçu espera receber  30 milhões de reais do Grêmio pela venda do jogador Pepê. Como o Tricolor Gaúcho não está pagando, a equipe das fronteiras entrou na justiça para receber o valor a que tem direito. Pepê foi formado nas categorias de base do Foz.

Já o Rio Branco de Paranaguá acabou rebaixado depois da derrota para o São Joseense por 2 a 0, na tarde de quinta-feira (16), pela 10ª rodada. O time do litoral não disputava a Segundona desde 1993. Uma situação muito lógica e evidente com relação à presença do time de Paranaguá na Primeira Divisão era que, ir à Paranaguá se tornava muito mais confortável do que viajar quase 500 quilômetros para jogar em Francisco Beltrão, ou mais ainda, ter que se deslocar até Foz do Iguaçu.

Existia uma preferência dos times da capital pela manutenção do Rio Branco na 1ª. Divisão pelo espaço de quase 30 anos. Mesmo “capengando”, se valendo das sobras dos times de Curitiba, o Rio Branco era peça certa na divisão de Elite do futebol paranaense.

Sai o Rio Branco da Primeira Divisão, entra o São Joseense, de São José dos Pinhais; mais fácil ainda a caminhada de Athletico e Coritiba. O futebol profissional do Paraná, para que as equipes consideradas do interior tivessem oportunidade de melhores campanhas, teria que adotar uma fórmula de regionalização, tipo União joga com Toledo, Foz, Azuriz, Cascavel, Maringá, Aruko (ô) de Maringá… e por aí vai. Mas a Federação Paranaense, cujo presidente está no cargo “esquentando” a cadeira de mandatário do futebol do estado já por longos anos, nem sequer pensa em discutir o assunto. Então fica como está, mudar é um risco para as equipes da capital.

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