UM SONHO QUE DUROU POUCO!
Crônica do criador de conteúdos, Antônio Ragadali, que postou nesta coluna do Jornal Folha do Sudoeste sua opinião sobre a participação da Seleção Brasileira no Mundial 2026.
Ele pontua que a geração atual de jogadores não se pode em espécie alguma comparar com as outras seleções brasileiras que colocaram o nosso futebol em cinco copas do mundo em primeiro lugar, com orgulho ostentando o título de pentacampeão mundial.
Antes do início desta Copa do Mundo, já há muito tempo a maioria dos brasileiros tinha a certeza de que o Brasil não iria muito além da fase de grupos, pois resultados anteriores justificavam toda esta descrença.
Por isso, não foram poucas as vezes em que se ouvia pessoas dizendo que nem valeria a pena torcer para uma seleção que há muito tempo não representava mais o destaque e as glórias que jogadores do passado lhe conferiram.
De fato, o Brasil que participou de todas as edições da Copa do Mundo e que ela, a seleção, ainda é a maior detentora de títulos, deve praticamente tudo isso aos grandes jogadores que teve no passado.
Até porque, participar de uma Copa do Mundo, agora, com seis vagas para dez seleções, situação aqui da América do Sul, é muito mais fácil do que no passado, quando era uma vaga para cada quatro.
Há muito, nesse país, não se tem uma geração de atletas, que poderia se comparar ao elevado nível dos que já se teve e que nos proporcionaram grandes alegrias, em inesquecíveis espetáculos.
Que saudades de jogadores, como: Garrincha, Didi, Vavá, Rivelino, Tostão, Romário, Bebeto, Zico, Sócrates, Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos, Cafu e tantos outros iguais!
Não esquecendo Pelé, considerado o melhor do mundo de todos os tempos, pelo qual chegou haver o cessar-fogo de uma guerra e a expulsão de um árbitro, porque as pessoas não quiseram abrir mão de vê-lo jogar.
No primeiro caso, tratava-se de um conflito num país onde o Santos foi jogar e a guerra foi paralisada porque os combatentes de ambos os lados queriam assistir ao jogo para ver as jogadas do Pelé.
No segundo caso, num jogo da seleção Pelé foi expulso e a torcida adversária promoveu um tumulto exigindo sua volta ao campo, obrigando a saída do árbitro para a volta do atleta.
Mas, mesmo com tamanha diferença entre os craques do passado e os jogadores de hoje, iniciada a Copa, a fé na tradição nos fez voltar a ter a esperança de outros tempos.
Porém, essa ilusão foi passageira e só reinou até domingo (5/07/2026), quando a Noruega, que já jogou cinco vezes contra o Brasil e nunca perdeu, nos devolveu a triste realidade.
Aprecio as seleções do passado, pelas alegrias que já me proporcionaram seus protagonistas coirmãos brasileiros de idos tempos.
Acho, no entanto, que a nossa seleção atual poderia ter dado um passo a mais, não fosse os próprios erros, como alguns momentos de exagerado individualismo, que se fossem evitados teriam levado a partida a outro resultado
Lembrando ainda, que até então o Brasil não teve um jejum maior que cinco Copas consecutivas. Agora, entretanto, perde a sexta Copa seguida. Que venha 2030 e esta “sexta copa” se converta em “hexa”!

Obs. do redator desta coluna:
O jogador Neymar, que surgiu na Vila Belmiro, no Santos Futebol Clube, teve em seus áureos tempos grandes apresentações no futebol brasileiro e muitos gols marcados, inclusive, na Seleção do nosso país. Porém, foi uma figura sombria, sem grande destaque em Copas do Mundo. Nas três Copas que participou fez somente 5 ou 6 gols.
Há torcedores do Santos e da Seleção Brasileira que o consideram um astro, mas há também aqueles amantes do futebol que o criticam por ter seguido por outros caminhos. Logo que Neymar surgiu no futebol, jogando pelo Santos, cometeu um ato desrespeitoso e ostensivamente ofendeu o técnico Dorival JR, porque ele queria cobrar uma falta, mas o técnico Dorival indicou um outro jogador. Armou uma briga com o treinador, o xingou de várias formas, motivando a diretoria do Santos e demitir o técnico em questão, preservando a figura do jogador em detrimento de quem escalava e dirigia o time, com total responsabilidade de determinar quem jogaria, quem cobraria faltas (como exemplo) e outras ações por parte dos seus comandados.
Em razão do caso de desrespeito para com o treinador Dorival JR, outro técnico, o Renê Simões, postou uma declaração em toda a imprensa brasileira dizendo: “Está se criando um monstro no futebol brasileiro”. Para bom entendedor, dá para saber que essas palavras eram endereçadas ao “menino” Neymar, que iniciando a carreira de jogador de futebol, não teve limite na sua ação diante de um superior seu, no caso o técnico que dirigia o time do Santos FC.
Fica o registro, pelo destempero emocional de um jogador de quem não chegou aos pés de um Ronaldo Fenômeno, ou de um Rivelino. Usou e abusou no seu raiar de um razoável futebol, e agora, está encerrando a carreira melancolicamente.
MARRECO ABF EMPATOU EM MANOEL RIBAS
Amadeu abriu o placar a favor do Marreco ABF, ainda no 1º tempo, aproveitando um escanteio cobrado pelo recém contratado Attos. Dudu logo em seguida marcou o 2º gol para o time beltronense, que iniciou o duelo vencendo por 2 a 0.
Porém, nos últimos 34 segundos para terminar o 1ª etapa, Raul mexeu no placar, que ficou em 2 a 1, ainda a favor do time visitante.
No 2º tempo, o Manoel Ribas aproveitou melhor as oportunidades de finalização ao gol do Marreco e teve mais posse de bola, e nos últimos minutos Roney fez a bola beijar as redes do time beltronense, assinalando o 2º gol, deixando tudo igual no Ginásio Ari Kfoury – placar final 2 a 2.
O jogo fazia parte da 9ª rodada da Série Ouro do Campeonato Paranaense de Futsal e foi realizado na noite de 08/07/26, na casa do Manoel Ribas.
Antes da próxima partida pela Ouro, o Marreco terá o Umuarama em jogo da Liga Nacional, sábado, dia 11, no Ginásio Arrudão. E, pela Série Ouro voltará a jogar em casa contra o CAD Guarapuava dia 28 deste mês, uma terça-feira, às 20h15.
Se o time beltronense tivesse vencido o confronto em Manoel Ribas, assumiria a liderança do certame estadual. Assim, com o empate registrado, permanece na 2ª posição.
MARRECO ABF NA LIGA NACIONAL FUTSAL
No próximo sábado (11), às 20h30, o Marreco recebe a visita do Umuarama, em jogo da Liga Nacional, pela 12ª rodada. O jogo será no Ginásio Arrudão, e a nova diretoria que vem envidando esforços na contratação de novos e bons jogadores, espera, com certeza, grande público para incentivar a equipe.
Como é sabido, nesta temporada o Grupo Principal da Liga Nacional conta com 16 equipes, e o Marreco ABF está ostentando a 15ª posição, com apenas 7 pontos em 33 disputados (11 rodadas).
O time do técnico Dionatan Marcelo, até a 11ª. rodada conta apenas com 2 vitórias, 1 empate, 8 derrotas, 26 gols marcados e 43 sofridos, saldo – 17 gols. O aproveitamento é de apenas 21,2%.
Espera-se que, as novas contratações se encaixem no Marreco ABF e ajudem a equipe a sair dessa incômoda posição de penúltimo colocado.
A dança dos primeiros colocados na Liga Nacional está entre Joinville, Atlântico, Praia Clube e Magnus.

