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FINAL DA LNF FUTSAL TERÁ JOGO ÚNICO

Essa é a primeira vez que a LNF faz finalíssima do futsal com apenas um jogo, como acontece no futebol com a Champions League, Liga Europa, Libertadores e Sul-Americana. As anteriores eram de ida e volta.

– Uma cidade que respira e que abraçou o futsal. O mundo estará nos assistindo. Contamos com a presença no ginásio ou pela televisão para assistirem ao maior evento de futsal do ano – afirmou Cladir Dariva, presidente da LNF.

Pela primeira vez em Toledo, o Esporte Futuro teve a segunda maior média de público entre as 24 equipes da LNF:1.800 pessoas por jogo. O Jaraguá liderou, com mais de 3 mil por partida.

Com 20 pontos e na 20ª colocação na tabela, o Toledo ficou em terceiro no público geral. Ao todo, o ginásio Alcides Pan recebeu 20 mil pessoas na LNF.

– O convite é para todos os amantes do futsal daqui e da região. As torcidas dos dois times finalistas são muito bem-vindas. Temos uma excelente estrutura para acolhê-los. Será a maior festa do futsal brasileiro no ano – completou o prefeito de Toledo, Beto Lunitti.

Coritiba vence Cruzeiro em jogo com invasão de campo e pancadaria

Torcedores do time mineiro entraram no gramado após o gol de Robson.

A partida de abertura da 34ª rodada do Brasileirão foi marcada por cenas lamentáveis. O Coritiba venceu o Cruzeiro por 1 a 0, com gol de Robson aos 45 minutos do segundo tempo, mas o jogo só terminou 45 minutos depois.

É que logo após o gol, a torcida do Cruzeiro invadiu o gramado da Vila Capanema, em Curitiba, para tentar agredir os jogadores do próprio time. Os atletas de ambos os times correram para os vestiários.

Enquanto isso, torcedores do Coritiba também invadiram o campo e entraram em conflito intenso com os cruzeirenses. O policiamento foi acionado para separar a confusão.

A partida, então, foi interrompida pelo árbitro Bráulio da Silva Machado, e retomada 40 minutos depois, para a disputa dos acréscimos. A torcida do Cruzeiro e boa parte da do Coritiba já tinham deixado o estádio.

OKA MADRUGA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO.

Como ficam os dois times

Com a vitória, o Coritiba, que podia ser rebaixado no domingo (12) em caso de empate ou derrota, consegue ganhar ao menos uma rodada de sobrevivência no Campeonato Brasileiro. O Coxa tem 29 pontos, a 12 de deixar o Z4.

Já o Cruzeiro chega à terceira derrota consecutiva e vai terminar a 34ª rodada na zona de rebaixamento. O time mineiro tem 37 pontos e pode ver Bahia e Vasco abrirem três pontos de diferença.

Como foi a confusão

O gramado do Durival de Britto e Silva ficou cheio de torcedores e foi palco de cenas de violência, com agressões, pontapés e chutes de torcedores das organizadas de Cruzeiro e Coritiba. A Polícia Militar precisou intervir com bombas de gás lacrimogêneo e tiros de bala de borracha.

Os jogadores deixaram o gramado durante a confusão e foram para o corredor de acesso aos vestiários. Os atletas de ambos os times voltaram ao gramado somente após a polícia controlar a situação dentro do estádio.

A partida foi retomada após 45 minutos de paralisação por causa da confusão com os torcedores.

Precisando da vitória, o Cruzeiro fez muito pouco durante os 90 minutos para sair com o resultado positivo. A equipe celeste até fez um gol com Bruno Rodrigues, mas o camisa 9 cruzeirense estava impedido e o lance foi anulado pelo árbitro de vídeo (VAR), no segundo tempo.

O Cruzeiro teve erros que quase se tornaram capitais, e o goleiro Rafael Cabral precisou fazer defesas importantes para evitar o gol do Coritiba.

Segundo tempo movimentado e violento

Apesar de a qualidade técnica seguir baixa, o segundo tempo foi mais movimentado. Antes dos episódios de violência pela invasão dos torcedores, o Cruzeiro chutou uma bola no travessão, com William, aos 8 minutos.

Aos 45 minutos do segundo tempo, Robson marcou o gol do Coritiba, após cobrança de falta. A partir daí, aconteceram os episódios de violência.

O CORITIBA foi o mandante do jogo no Estádio Dorival de Brito e Silva, a Vila Capanema (do Paraná Clube), porque o Couto Pereira estava alugado para um show artístico.

RELEMBRANDO UNIÃO E PARANÁ CLUBE, TAMBÉM COM INVASÃO

Aconteceu em jogo da 1ª. Divisão de 2022 a vitória do União sobre o Paraná Clube, pelo placar de 3 x 1. A equipe paranista estava muito mal no campeonato estadual, tanto que foi rebaixada para a 2ª. divisão e, igualmente, o time beltronense.

Os torcedores do Paraná Clube invadiram o campo para agredir os jogadores da casa. Houve paralisação do jogo e punição ao Tricolor Paranaense de cinco jogos sem torcedores.

  UNIÃO (PR) 3 x 1 PARANÁ CLUBE

Paraná Clube perde para o União-PR é rebaixado no Paranaense; jogo acaba em confusão

Tricolor foi derrotado por 3 a 1 e cai com uma rodada de antecipação; torcida invadiu o gramado para agredir os jogadores. Do outro lado, União-PR segue vivo contra o rebaixamento.

Jogo acaba antes

A Polícia Militar chamou a Federação Paranaense de Futebol (FPF) e informou que não tinha como garantir segurança pra que a partida fosse reiniciada. Após isso, a Federação então chamou os capitães dos dois times, comunicou a situação, e o jogo foi encerrado. Resultado mantido: 3 a 1.

Público e renda

Pagante: 1.956 / Total: 2.109 / R$ 48.425.00

Confusão e rebaixamento

Paraná foi derrotado pelo União-PR, por 3 a 1, e teve o rebaixamento decretado para a Segunda Divisão do Campeonato. O Tricolor recebeu o time de Beltrão na Vila Capanema e, apesar de começar a partida buscando o jogo, caiu de rendimento e viu o adversário, concorrente direto na luta contra o descenso, abrir vantagem, ainda no primeiro tempo. O União ampliou para 2 a 0, no segundo, o Paraná descontou, e o time do interior decretou o placar de 3 a 1, e o rebaixamento do time paranista. Aos 40 minutos, torcedores invadiram o gramado para agredir os jogadores.

FANTÁSTICO E GLOBO ESPORTE NOTICIARAM UNIÃO-PR

A vitória do União sobre o Paraná Clube foi num sábado, com invasão de torcedores, mas o time beltronense não teve nada a ver com as agressões contra jogadores do Paraná Clube. Estranhei a divulgação de UNIÃO-PR, sem identificação da cidade de Francisco Beltrão. Por isso, em muitas matérias que divulguei no Jornal A Folha do Sudoeste, o fiz acrescentando Beltrão, assim vem o marketing gratuito para o nosso município – União Beltrão.

No entanto, algumas pessoas que não valorizam o marketing esportivo, sem custo algum, protestaram alegando que o nome do nosso clube é CE União, e não União Beltrão. O acréscimo de Beltrão não é nada oficial e, sim, uma denominação (cognome) para promover Francisco Beltrão, da mesma maneira como tantas outras entidades esportivas o fazem divulgando os seus municípios.

O nome Beltrão acrescido ao nome do clube é o conjunto de atividades que uma organização usa com o objetivo de atrair novas empatias, e até mesmo negócios, criar relacionamentos e desenvolver uma entidade de marca, com a vantagem de fazê-lo a custo zero. Mas os “experts negativos” não aceitam o nome de União Beltrão.

Um amigo meu, beltronense, chegou a dizer que divulgando União Beltrão eu estaria confundindo com Engenheiro Beltrão e atrapalhando aquele município. Então, resolvi pesquisar possíveis participações no esporte de equipes de Engenheiro Beltrão. Nada encontrei nos campeonatos paranaenses, procurei no Campeonato Brasileiro, séries A e B, pesquisei nas disputas da Copa Libertadores da América…também nenhum registro. Apenas e tão somente encontrei o nome de Engenheiro Beltrão nos jogos escolares do estado. Isso quer dizer que, por terem os dois municípios os nomes quase iguais, não há como confundir. Francisco Beltrão participa ativamente de várias competições esportivas, enquanto o outro pouco marca presença, prova que nada aparece no seu nome na mídia esportiva do Paraná e do Brasil.

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